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November 8, 2012

Crianças e Smartphones: Como Controlar Exposição à Radiação

A Veja São Paulo publicou recentemente relevante matéria sobre a nova geração paulistana e sua relação com a tecnologia. Na capa, a revista publicou a foto de Bruna, de apenas 2 anos, brincando com smartphone de sua mãe, o que ilustra a intimidade que os pequenos possuem com os novos aparelhos.

AA Veja São Paulo publicou recentemente relevante matéria sobre a nova geração paulistana e sua relação com a tecnologia. Na capa, a revista publicou a foto de Bruna, de apenas 2 anos, brincando com smartphone de sua mãe, o que ilustra a intimidade que os pequenos possuem com os novos aparelhos.A Veja São Paulo publicou recentemente relevante matéria sobre a nova geração paulistana e sua relação com a tecnologia. Na capa, a revista publicou a foto de Bruna, de apenas 2 anos, brincando com smartphone de sua mãe, o que ilustra a intimidade que os pequenos possuem com os novos aparelhos.

  

Segundo a Veja SP, as crianças de São Paulo passam aproximadamente 3 horas e meia por dia brincando com equipamentos eletrônicos. É natural a curiosidade por novos “brinquedos” como tablets e smartphones, mas especialistas argumentam que é preciso equilibrar o dia-a-dia da criançada, reservando tempo para esportes e socialização.

A publicação explora principalmente os aspectos psicológicos desta tendência, mas como pais, devemos também estar cientes do potencial risco de tanta exposição a ondas eletromagnéticas. Afinal, crianças possuem estrutura corpórea mais delicada, e são potencialmente mais sensíveis à radiação emitida por smartphones e celulares.

Independente dos aspectos psicológicos, brincar com tablets e smartphones através da tela touch-screen não oferece risco ao bem estar de ninguém. Porém, quando smartphones ou celulares são usados para falar, estes são geralmente usados junto à cabeça, e é isto que preocupa os profissionais e as organizações internacionais da área de saúde.

Existem inúmeras pesquisas realizadas sobre o impacto desse tipo de radiação em seres humanos, e apesar de inconclusivas, os especialistas recomendam precaução. A própria OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou publicamente em 2011 que o uso de celulares e smartphones pode estar relacionado com câncer.

Não existe histórico suficiente para conhecermos todas as variáveis do uso de celular a partir de poucos anos de idade, mas pense: as crianças hoje começam a usar celular cada vez mais cedo e conviverão com o aparelho durante toda a sua vida. O tratamento para câncer nunca é trivial para indivíduos e suas famílias, portanto a precaução é o melhor caminho.

É muito fácil garantir o uso responsável de smartphones e celulares, seja para crianças ou pais. Tipicamente, não existe risco em 90% do tempo que falamos no celular, porém nos 10% do tempo restante o aparelho geralmente funciona em maior intensidade (devido a fatores ambientais como sinal fraco), e como consequencia emite mais radiação.

Para saber quando o nível de radiação emitido se torna alarmante, a sua melhor opção é usar o aplicativo móvel tawkon, disponível gratuitamente no Google Play. O app opera sem interferir no funcionamento do seu smartphone, e emite alerta antes ou durante a ligação nos momentos em que o aparelho funciona com intensidade muito alta.

Ninguém precisa diminuir o uso de celular ou smartphone por motivos de saúde, independente da idade. O aplicativo tawkon simplesmente recomenda o uso de viva voz ou fone de ouvido (para distanciar o aparelho de sua cabeça) nas ocasiões onde o grau de radiação torna-se muito alto.

 

Em tempo, tawkon significa “talk on”...

Baixe o aplicativo tawkon (gratuito) no seu smartphone e no de seus filhos. E “talk on”...Veja São Paulo publicou recentemente relevante matéria sobre a nova geração paulistana e sua relação com a tecnologia. Na capa, a revista publicou a foto de Bruna, de apenas 2 anos, brincando com smartphone de sua mãe, o que ilustra a intimidade que os pequenos possuem com os novos aparelhos. A Veja São Paulo publicou recentemente relevante matéria sobre a nova geração paulistana e sua relação com a tecnologia. Na capa, a revista publicou a foto de Bruna, de apenas 2 anos, brincando com smartphone de sua mãe, o que ilustra a intimidade que os pequenos possuem com os novos aparelhos. 
 
 
 
 
 
Segundo a Veja SP, as crianças de São Paulo passam aproximadamente 3 horas e meia por dia brincando com equipamentos eletrônicos. É natural a curiosidade por novos “brinquedos” como tablets e smartphones, mas especialistas argumentam que é preciso equilibrar o dia-a-dia da criançada, reservando tempo para esportes e socialização.
 
A publicação explora principalmente os aspectos psicológicos desta tendência, mas como pais, devemos também estar cientes do potencial risco de tanta exposição a ondas eletromagnéticas. Afinal, crianças possuem estrutura corpórea mais delicada, e são potencialmente mais sensíveis à radiação emitida por smartphones e celulares.
 
Independente dos aspectos psicológicos, brincar com tablets e smartphones através da tela touch-screen não oferece risco ao bem estar de ninguém. Porém, quando smartphones ou celulares são usados para falar, estes são usados junto à cabeça, e é isto que preocupa os profissionais e as organizações internacionais da área de saúde.
 
Existem inúmeras pesquisas realizadas sobre o impacto desse tipo de radiação em seres humanos, e apesar de inconclusivas, os especialistas recomendam precaução. A própria OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou publicamente em 2011 que o uso de celulares e smartphones pode estar relacionado com câncer.
 
Não existe histórico suficiente para conhecermos todas as variáveis do uso de celular a partir de poucos anos de idade, mas pense: as crianças hoje começam a usar celular cada vez mais cedo e conviverão com o aparelho durante toda a sua vida. O tratamento para câncer nunca é trivial para indivíduos e suas famílias, portanto a precaução é o melhor caminho.
 
É muito fácil garantir o uso responsável de smartphones e celulares, seja para crianças ou pais. Tipicamente, não existe risco em 90% do tempo que falamos no celular, porém nos 10% do tempo restante o aparelho geralmente funciona em maior intensidade (devido a fatores ambientais como sinal fraco), e como consequencia emite mais radiação.
 
Para saber quando o nível de radiação emitido se torna alarmante, a sua melhor opção é usar o aplicativo móvel tawkon, disponível gratuitamente no Google Play. O app opera sem interferir no funcionamento do seu smartphone, e emite alerta antes ou durante a ligação nos momentos em que o aparelho funciona com intensidade muito alta.
 
Ninguém precisa diminuir o uso de celular ou smartphone por motivos de saúde, independente da idade. O aplicativo tawkon simplesmente recomenda o uso de viva voz ou fone de ouvido (para distanciar o aparelho de sua cabeça) nas ocasiões onde o grau de radiação torna-se muito alto.
 
Baixe o aplicativo tawkon (gratuito) no seu smartphone e no de seus filhos. E “talk on”...
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